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outubro 2017

VÍDEO: A BORDO DO PEUGEOT 3008 DE R$ 140 MIL

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Assista ao vídeo transmitido ao vivo em que mostramos os principais detalhes do novo SUV

Como é o acabamento do novo Peugeot 3008? Qual é o conjunto mecânico? E o consumo? Tem teto solar? Tiramos essas e outras dúvidas dos leitores no vídeo que foi transmitido ao vivo na nossa página do Facebook. Quem perdeu o live, basta dar play no vídeo abaixo para conferir os detalhes. O 3008 que estava na nossa garagem é a versão Griffe, a única vendida no Brasil, que tem motor 1.6 turbo de 165 cv, 24,5 kgfm e câmbio automático de seis marchas.

E fique ligado: toda quarta você participa de um novo vídeo ao vivo a bordo de algum carro. Participe, envie sua opinião sobre o modelo e confira os detalhes do carro.

Fonte: Revista Auto Esporte

Peugeot 5008 chega ao Brasil em 2018

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Além de confirmar o modelo, o presidente mundial da marca anunciou o alinhamento da gama brasileira com a Europa

 

Mesmo diante de um momento difícil no Brasil, onde a crise econômica se soma ao baixo volume de vendas, a Peugeot quer mostrar que não dará as costas ao país. Logo após a chegada do (bem sucedido) 3008 e da mudança de transmissão nos compactos 208 e 2008, a marca já anuncia mais um importante lançamento, o 5008.

Inédito por aqui, o SUV de sete lugares chegará para brigar com Kia Sorento, Hyundai SantaFe e, porque não, com o primo Citroën Grand C4 Picasso.

A confirmação de que o 5008 estreia nas lojas brasileiras da marca em 2018 veio de ninguém menos que o presidente mundial da Peugeot, Jean-Philippe Imparato, em uma entrevista à agência de notícias Reuters. O modelo, inclusive, já roda em testes por aqui há alguns meses.

Apesar de quase igual ao 3008, que virou um SUV, o 5008 ainda guarda aspectos de minivan (Divulgação/Peugeot)

Facilmente confundido com o 3008 em um olhar desatento, o 5008 tem suas particularidades. Seus quase 20 cm a mais no comprimento em relação ao 3008 (no 5008, são 4,64 metros) são notados a partir das portas traseiras, onde a traseira também ganha aspecto mais próximo de uma minivan com a tampa do porta-malas quase reta e o vidro com queda menos angulosa.

A parte plástica no para-choque traseiro também é maior no 5008.

Painel é exatamente o mesmo do 3008, com traços futuristas e muita tecnologia (Divulgação/Peugeot)

A dianteira do SUV grandalhão, porém, é a mesma do irmão menor e repete o recurso da Citroën com as minivans C4 Picasso e Grand C4 Picasso. Assim como por fora, o interior do 5008 também só muda na traseira: dois bancos extras instalados no porta-malas dão a possibilidade de levar até sete ocupantes.

O painel com linhas futuristas, com grande mistura de acabamentos, pontos de iluminação e quadro de instrumentos digital já é conhecido.

5008 tem capacidade para levar até sete ocupantes (Divulgação/Peugeot)

Conhecido também é o conjunto mecânico que o modelo utilizará por aqui: a eficiente combinação entre o motor 1.6 THP (turbo de injeção direta) de 165 cv e 24,5 mkgf e o câmbio automático de seis marchas da Aisin.

Na Europa, além desta opção, ele também pode ser equipado com motor 1.2 turbo (com câmbio automático ou manual) e propulsores turbodiesel, 1.6 e 2.0, com diversos ajustes de potência.

OS GRANDES PLANOS DA PEUGEOT PARA O BRASIL

De acordo com Jean-Philippe Imparato, os planos da francesa são de equiparar a gama de produtos oferecidos no Brasil com a Europa em até cinco anos, sem “cair na tentação” de criar modelos compactos exclusivos para o país.

De lado é mais fácil notar os quase 20 cm de diferença em relação ao 3008 (Divulgação/Peugeot)

Mais do que isso, ele apontou que a marca não está preocupada com volume de vendas no momento. “Volume não é nossa preocupação. Prefiro elevar minha imagem de marca. (…) Paramos de vender a qualquer preço”, completou Imparato.

Um terceiro anúncio foi feito ainda na ocasião: está em estudo a vinda da inédita picape média da Peugeot ao Brasil para concorrer com Chevrolet S10, Toyota Hilux, Ford Ranger e Nissan Frontier.

E O 3008? COMO VAI?

Desde que chegou ao Brasil, em junho, o 3008 vai muito bem para a alegria da marca. As 50 unidades oferecidas em pré-venda foram reservadas duas horas ─ os modelos na cor Metallic Copper, o tom alaranjado abaixo, acabaram em menos de 30 minutos segundo a Peugeot.

Sucesso do 3008 inspirou a Peugeot do Brasil. Cor Metallic Copper é a única gratuita (Divulgação/Peugeot)

Passada a pré-venda, a marca estabeleceu a cota mensal de 250 unidades importadas da França. O número, de acordo com a diretora geral da Peugeot no Brasil, Ana Theresa Borsari, teve que ser elevado para 900 em função da alta demanda. Ana Theresa apontou ainda para a fila de espera pelo SUV, que já chega a quatro meses.

Em versão única, o 3008 parte de R$ 139.990, tendo como única variante de preços a cor escolhida. Enquanto as metálicas preto e prata custam R$ 1.790, o branco perolizado adiciona R$ 2.790 à conta. Curiosamente, a já citada cor Metallic Copper é a única tonalidade gratuita.

 

Fonte: Quatro Rodas

Peugeot ganhará espaço no Brasil com utilitários

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Empresa mostra novo Boxer e Expert para 12 passageiros na Fenatran

 

A Peugeot vai ampliar sua fatia de mercado no Brasil com veículos utilitários. A empresa está mostrando durante o 21º Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Cargas (Fenatran) o novo furgão Boxer. O modelo deve chegar em março de 2018 à rede de concessionárias. O utilitário divide projeto com o Citroën Jumper e ambos serão importados da Itália.

“Ele é produzido por nosso grupo e com isso ganhamos autonomia”, afirma a diretora geral da Peugeot do Brasil, Ana Theresa Borsari. Ela se refere ao fato de a geração anterior do modelo ser derivada do Fiat Ducato, fabricado em Sete Lagoas (MG). O senão é que o novo modelo virá da Europa, o que tende a prejudicar sua competitividade diante de concorrentes regionais como Iveco Daily, Mercedes Sprinter e Renault Master.

Além do Boxer a Peugeot mostrou no evento a versão de passageiros (12+1) do utilitário Expert. Ele chega em março e por isso ainda não tem preço definido. Até então a empresa só havia revelado o furgão. “Temos atualmente 1,2% do mercado de automóveis e comerciais leves. Queremos chegar a 2% em 2018”, afirma Ana Theresa. Ela acredita que venderá de 2 mil a 2,5 mil unidades do Expert no ano que vem.

A linha Expert compartilha projeto com outro Citroën, o Jumpy. Eles são montados no Uruguai pela Nordex. O Boxer, o Expert e o veterano Partner serão todos vendidos na rede Peugeot, que está sendo reestruturada e tem atualmente 106 concessionárias. “Algumas delas serão mais focadas nos veículos comercias”, diz a executiva. A Fenatran ocorre de 16 a 20 de outubro no São Paulo Expo.

O fortalecimento da linha comercial da PSA em países em desenvolvimento faz parte do plano “Push to Pass”, anunciado pela companhia em abril de 2016.

A cobertura de Automotive Business é patrocinada por Carcon Automotive e Automechanika Frankfurt.

Peugeot confirma 5008 e estuda futura picape para o Brasil

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Com boa demanda do 3008, Peugeot quer focar seus negócios no Brasil em SUVs premium e comerciais leves.

Com m boa demanda do renovado 3008, a Peugeot quer focar seus negócios no Brasil em SUVs premium e comerciais leves. A próxima novidade é o furgão Expert, mas o utilitário de luxo 5008 está confirmado para o ano que vem, afirmou o presidente mundial da Peugeot, Jean-Philippe Imparato, à agência Reuters.

Além deles, a fabricante avalia vender no Brasil uma nova picape com capacidade para 1 tonelada, que brigará entre as médias Ford Ranger, Toyota Hilux e Chevrolet S10, por exemplo. O modelo será desenvolvido em parceria com a chinesa Changan até 2021.

“A picape faz sentido para o Brasil e é importantíssima para contribuir tanto em volume como em rentabilidade”, disse à Reuters o presidente da PSA para a América Latina, Carlos Gomes.

Lançado em junho, o SUV 3008 é importado da França e tem fila de espera de 4 meses, segundo a diretora-geral da Peugeot do Brasil, Ana Theresa Borsari. “Tínhamos quota de 250 unidades, mas hoje temos demanda para 900 carros”, disse.

Para o presidente mundial da Peugeot, Jean-Philippe Imparato, a situação é “um problema, mas uma oportunidade pois protegemos o valor residual dos carros.”

O grupo PSA tem um complexo industrial em Porto Real (RJ) com a marca irmã Citroën, mas o executivo não comentou se a Peugeot pretende ampliar a gama de modelos produzidos no Brasil.

A unidade produz os modelos Peugeot 208 e 2008 e Citroën C3 e Aircross. “Para a América Latina, o objetivo final é sempre que possível fazer os carros localmente.”

Com carga útil de 1.500 kg, o Peugeot Expert começou a ser fabricado no Uruguai, na mesma linha do “irmão” Citroën Jumpy, e será vendido no final deste mês, com preços a partir de R$ 79.990.

O objetivo da Peugeot é equiparar a gama vendida no Brasil aos modelos que estão na Europa nos próximos cinco anos, como parte da estratégia da marca de melhorar resultados e sua percepção da marca entre consumidores locais.

“Volume (de vendas) não é nossa preocupação. Prefiro elevar minha imagem de marca… Não vamos mais cair na tentação de criar um carro pequeno desenvolvido especialmente para Brasil. Paramos de vender a qualquer preço”, afirmou o executivo.

“Brasil tem que entrar na convergência e ter a mesma gama de veículos (da Peugeot) que a Europa em cinco anos.”

Atualmente, os maiores mercados de veículos para a Peugeot no mundo são Irã, França e China, disse Imparato. Ele evitou comentar metas de vendas para Brasil ou América Latina, mas disse que ao definir o Brasil como prioritário a Peugeot enxerga “grande potencial de desenvolvimento futuro da marca”.

Segundo dados da associação de concessionários de veículos Fenabrave, a Peugeot vendeu no ano até setembro no Brasil 19.128 automóveis e comerciais leves, equivalentes a uma participação de mercado de 1,22%, ante 7,79% de sua rival também francesa Renault.

A líder do mercado é a General Motors (GM), com vendas acumuladas de 282,8 mil carros e comerciais leves, categoria que além de vans de tranporte de produtos e picapes inclui utilitários esportivos.

Como parte da renovação da marca no país, processo em andamento desde 2015, a Peugeot promoveu uma renovação de 60% de seus grupos de concessionários, reduzindo o número de lojas da marca no país de 140 para as 106.

Segundo Borsari, a reversão do mercado brasileiro nos últimos meses, saindo de queda de dois dígitos para crescimento de 24% em setembro, está sendo puxada pelas vendas para pessoas jurídicas, principalmente locadoras de veículos, que tipicamente geram margens menores para as montadoras.

“Há alguns primeiros indicadores que começam a ser favoráveis o que nos leve a acreditar em uma retomada (do mercado), mas, diferente de anos anteriores, será uma retomada muito mais lenta no canal de pessoa física”, disse a executiva.

Segundo Gomes, a PSA é rentável na América Latina desde 2015, tendo alcançado lucro de mais de 100 milhões de euros em 2016. Ele evitou fazer projeções para este ano.

“O mercado está sendo destruidor de margem em 2017, as montadoras no Brasil empurraram produção para a Argentina, que está crescendo, o que colabora para reduzir margens, enquanto no Brasil ficou estável”, disse Gomes.
Sobre a europeia Opel, comprada da GM pela PSA no início do ano, Gomes disse que o Chile seguirá nos próximos dois a três anos pelo menos como único país da América Latina a vender carros da marca. “A prioridade da Opel é a Europa”.

 

Fonte: G1

Teste rápido Peugeot 208 automático 6 marchas

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Era o que faltava para enfrentar Argo, Fiesta, HB20 e cia.

Desde 2016, quando foi reestilizado, o Peugeot 208 aguarda pelo câmbio automático de 6 marchas. Veio o eficiente motor 1.2 Puretech de 3 cilindros, a versão esportiva GT 1.6 turbo e até mesmo o “esportivado” Sport. Mas a opção automática, de suma importância atualmente neste segmento, seguia com somente 4 marchas. Para a linha 2018, enfim o hatch adota a mesma caixa de 6 marchas do primo Citroën C3, fornecida pela Aisin, novidade que o coloca em pé de igualdade com os principais concorrentes: Chevrolet Onix, Hyundai HB20, Ford Fiesta e Fiat Argo, além do recém-lançado VW Polo.

O que é?

A receita é a mesma do C3. Sai o câmbio “AT8”, com 4 marchas, e entra o japonês Aisin de 6 marchas, bem mais moderno e utilizado em larga escala pela indústria. Com isso, a PSA tira de linha uma transmissão que tem histórico de problemas desde os tempos do 206/207 (AL4) e, que mesmo revisada para o 208, guardou a má fama, apesar de poucos relatos de defeitos.

Para melhor relação entre motor e câmbio, o 1.6 foi recalibrado. Ficou menos potente (de 122 para 118 cv) e com menos torque (16,4 contra 16,1 kgfm), mas, segundo a PSA, a entrega da força acontece de forma mais linear e mais cedo. É praticamente o mesmo motor já usado no 206, porém, com comando variável na admissão e sistema de partida a frio com aquecedor nos bicos injetores. Além disso, a recalibração foi feita para melhorar o consumo e reduzir as emissões de poluentes.

Ademais, o 208 linha 2018 adota nova central multimídia que abandona o GPS integrado, mas traz espelhamento via Apple CarPlay e Android Auto, incluindo o Waze. A tela tem acabamento fosco e novo software, mais bonito e fácil de operar. É o mesmo do SUV 3008, inclusive com a opção de perfis. Quando mais de uma pessoa usa o carro, cada uma pode selecionar suas rádios favoritas, configuração de som e até mesmo cor de fundo.

Como anda?

A chegada do novo câmbio era mais esperada para o 208 que para o C3. Afinal, o Peugeot está alinhado com o visual do europeu e foi o primeiro a ter o i-Cockpit, com volante menor e painel elevado, algo que marcou os novos Peugeot. A proposta do 208 é mais esportiva e jovem que a do primo da Citroën. E há a concorrência que já usa 6 marchas, como Onix, HB20, Argo e Polo.

Mais que números, o Aisin dá ao 208 uma suavidade que fazia falta. Qualquer pessoa que tenha dirigido o Peugeot com o câmbio de 4 marchas percebe, de cara, a evolução. A recalibração do motor 1.6 colocou a faixa de torque mais cedo, fazendo boa dupla com a transmissão. Há três modos do câmbio: Normal, Sport e Eco.

O Eco foi feito para quem usa o 208 na cidade. O aproveitamento de torque faz com que as trocas de marcha aconteçam mais cedo e bem suavemente. A 50 km/h, por exemplo, a quinta marcha já está engatada. Mesmo com boa agilidade nas respostas, o maior ganho é no consumo urbano, onde o 208 registrou 7,2 km/l com etanol – mesmo média do HB20 1.6, mas ainda inferior ao Onix 1.4 (7,9 km/l) e Fiat Argo 1.8 (7,6 km/l).

Mas o 208 ficou para trás dos concorrentes em nossas medições de desempenho. Mesmo no modo Sport, a aceleração de 0 a 100 km/h foi melhor apenas que a do Onix 1.4 (12,3 s contra 12,6 s), e a retomada 80 a 120 km/h idem (9,0 s contra 9,8 s), sendo que todos os outros foram melhores. Isso mostra o peso da idade do EC5, o 1.6 flex, usado pela PSA desde o começo dos anos 2000. Aguardamos ansiosos a chegada do 1.2 PureTech turbo.

A dinâmica do 208 ainda é seu ponto mais elogiável. Além da pegada esportiva do pequeno volante, a suspensão é confortável (mesmo a Peugeot não dizendo, é perceptível que a traseira bate menos em buracos que o 208 anterior) e segura bem a carroceria mesmo quando provocada. Ela inclina, mas o hatch tem comportamento neutro – ainda que falte o ESP para o caso de emergências. A direção elétrica tem bom acerto, com peso-pena nas manobras e suficientemente firme em velocidades altas. Já a frenagem ficou na média da concorrência, com 42,2 m dos 100 km/h até a total imobilidade.

Ao contrário do C3, o 208 valoriza mais forma que função. O interior é bem acabado, com desenho que foge do tradicional, mas o espaço é pequeno. Tanto na parte da frente quanto atrás, o vão para as pernas é menor que, por exemplo, no HB20 e Argo. Digamos que ele funciona bem para solteiros e casais sem filhos. Traz encosto de cabeça e cinto de 3 pontos nos lugares traseiros, além de Isofix, mas não tem vocação familiar.

Quanto custa?

Esta é a versão mais cara do 208, a Griffe. Custa R$ 70.490 (mais o valor da pintura metálica) e traz como destaques o teto panorâmico, 6 airbags (frontais, laterais e de cortina), detalhes cromados no exterior, rodas de 16″, câmera de ré, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, e ar-condicionado de duas zonas. Ficam faltando o revestimento de couro e os controles de tração e estabilidade.

Há uma versão mais barata com o conjunto de motor 1.6 e câmbio automático de 6 marchas. Por R$ 65.990 (menos que Argo 1.8 Precision e HB20 1.6 Premium), o 208 Allure já entrega 4 airbags, isofix, piloto automático, sensor de estacionamento traseiro, central multimídia, ar-condicionado de duas zonas e o teto panorâmico. As rodas são de 15″ e os detalhes exteriores trocam o cromo por preto brilhante.

Então o 208 está pronto para a concorrência? A marca francesa investe em mostrar ao consumidor que seu pós-vendas melhorou e pretende voltar a vender como na época do 206. O 208 é um bom produto e oferece bons pacotes de equipamentos pelo o que cobra diante da concorrência. Só faltou mesmo o novo motor 1.2 turbo para, como já acontece com o 1.2 aspirado e o 1.6 THP, deixar a linha do hatch com propulsores modernos.

Peugeot 208 Griffe 1.6 AT6

 

 

 

Fonte: Motor 1