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dezembro 2017

Novo câmbio de 6 marchas é uma das novidades do Peugeot 208 Griffe EAT6

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A relação do Peugeot 208 com a transmissão automática de quatro marchas era complicada. O câmbio não conseguia extrair o melhor do motor 1.6 e ainda fazia o hatch ter uma baita sede. O divórcio veio. O modelo agora se relaciona com a caixa automática de seis marchas. Ela é japonesa, fornecida pela Aisin, e se chama EAT6. Tem conversor de torque e é velha conhecida da PSA Peugeot-Citroën. O resultado é um hatch bem mais disposto, com trocas suaves e bom de dirigir. E o consumo? Bom, todo casamento tem suas crises…

A transmissão consegue tirar o melhor que o motor 1.6 fl ex de 118 cv tem a oferecer. As marchas de mais torque, especialmente a primeira, são bem curtas e dão agilidade ao carro na cidade. Já as mais altas seguem a fórmula adotada no 2008 e também no Citroën C3. A quinta marcha é longa (0,85:1) e a sexta funciona como overdrive para otimizar o consumo na estrada.

EXAGERADOS

Segundo o Programa Brasileiro de Etiquetagem do InMetro (PBEV), com etanol, Peugeot faz 7,7 km/l em trecho urbano e 9,3 km/l na rodovia. Com gasolina, a medição fica em 11 km/l e 13,2 km/l, respectivamente. Os números são discretamente melhores que com o antigo câmbio. Durante nossa avaliação, em circuito misto com predomínio de estradas, o computador de bordo nunca marcou 10 km/l. Nem com gasolina… A caixa ainda traz os modos Eco e Sport, no entanto, o comportamento muda muito pouco ou quase nada.

E não é só o câmbio que é novo no 208. A Peugeot dá uma nova central multimídia ao hatch. Ela tem 7”, é mais moderna, muito fácil de mexer, tem boa resolução e ainda é compatível com compatibilidade com Android Auto e Apple Car Play. O sistema se junto ao charmoso volante com diâmetro reduzido de ótima pegada. A cabine, ou i-Cockpit, se destaca também pelo acabamento com partes em preto brilhante e outras com uma espécie de cromado. O teto panorâmico de 0,66 m? é outro item que valoriza o interior.

Lá dentro, você ainda vai encontrar ar-condicionado digital duas zonas, seis airbags, Isofi x e direção elétrica. Só que tudo isso tem um preço. A primeira versão que a EAT6 aparece na gama do 208 é na Allure, de R$ 65.990. Mas aqui falamos da confi guração topo de linha, Griff e, de exagerados R$ 70.490.

O i-cockpit tem uma nova central multimídia com tela 7”. Os comandos são sensíveis ao toque. Há apenas um botão: o de desligar

EM NÚMEROS

PREÇO: R$ 70.490
MOTOR: Dianteiro, transversal, 4 cilindros, 1.6, 16V
POTÊNCIA: 118 cv a 5.750 rpm
TORQUE: 16,1 mkgf 4.000 rpm
TRANSMISSÃO: Automática, 6 marchas
SUSPENSÃO (D/T): McPherson / eixo de torção
FREIOS (D/T): Discos ventilados/Tambor
RODAS E PNEUS (D/T): 195/55 R16
DIMENSÕES: 3,97 m (comprimento) / 2,54 m (entre-eixos) / 1,70 m (altura) / 1,47 m (largura)
PESO: 1.200 kg
PORTA-MALAS: 285 litros
TANQUE: 55 litros

 

Fonte: Car and Driver Brasil

O leão volta a rugir

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Com o seu plano de reestruturação, a Nova Peugeot quer se tornar referência em qualidade

 

Desde que começou suas atividades no Brasil, em 1992 – inicialmente como importadora, a Peugeot vem se notabilizando pelas inovações. Em 1999, por exemplo, revolucionou o mercado com o modelo Peugeot 206, que se tornou um dos mais populares e desejados automóveis compactos do País. Tanto que, em 2001, o hatch de linhas atraentes e ótimo nível de equipamentos foi o primeiro carro da marca a ser produzido na fábrica do Grupo PSA Peugeot Citroën em Porto Real (RJ).

Agora, quando comemora 25 anos de presença no mercado nacional, a Peugeot tem outro motivo para celebrar: após um processo que começou pouco antes do lançamento do SUV Peugeot 2008, a montadora decidiu reposicionar-se no mercado. O objetivo: passar a oferecer automóveis cada vez mais equipados para um cliente mais exigente, que deseja produtos de qualidade e com tecnologia embarcada.

Essa mudança não se restringiu aos produtos. A rede de concessionárias também teve de se adequar à estratégia e, assim, algumas lojas foram descadastradas e outras, inauguradas. O motivo principal foi a necessidade de os revendedores se adaptarem não só ao novo posicionamento da marca, mas também ao plano de atendimento de vendas e pós-vendas (um dos aspectos mais importantes no processo de reestruturação), com destaque para o programa Peugeot Total Care.

O plano foi ousado, mas o resultado não demorou a aparecer. Com o catálogo de produtos renovado – com a gama mais moderna e completa de sua história no Brasil – e a rede de concessionárias comprometida com a qualidade na prestação de serviços, a Peugeot conseguiu ser uma das poucas montadoras a registrar crescimento na participação do mercado em 2016. Detalhe importante: esse resultado foi conseguido antes mesmo da consolidação do plano.

Não é à toa que Ana Theresa Borsari, vice-presidente do Groupe PSA para a América Latina e diretora-geral da Peugeot do Brasil, se mostra tão confiante no futuro da marca no País, ainda mais depois do grande sucesso do recém-lançado SUV Peugeot 3008. As primeiras 50 unidades disponibilizadas na pré-venda foram reservadas em apenas duas horas. “Este é somente o primeiro passo de um potencial gigantesco que enxergamos para o modelo no Brasil. Temos tudo para alcançar o mesmo sucesso que o novo SUV Peugeot 3008 conseguiu em outros países”, afirma.

 

Fonte: Jornal do Carro