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novembro 2018

Veja os carros mais fáceis e baratos de consertar de 2018

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Ranking CAR Group do Cesvi Brasil mostra domínio da Volkswagen, vencedora de sete das 11 categorias

 


2 / 11

Volkswagen Polo

O Volkswagen Polo foi o vencedor na categoria hatch compacto com o mesmo índice 10 do Up


3 / 11

Volkswagen CrossUp TSI

A categoria Hatch Compacto Off-Road apontou o CrossUp! como modelo mais fácil e barato de reparar, também com índice 10

 


4 / 11

Volkswagen Saveiro CS

A Volkswagen Saveiro levou a melhor em duas categorias; a primeira foi de picape compacta cabine simples com índice 27

 


5 / 11

Volkswagen Saveiro CD

Na categoria Picape Compacta Cabine Dupla, a Volkswagen Saveiro CD levou a melhor com índice 28

 


6 / 11

Volkswagen Virtus

O Volkswagen Virtus venceu a categoria de sedãs compactos com índice 10

 


7 / 11

Citroën C4 Lounge

Mesmo com um índice relativamente alto comparando com outras categorias, o Citroën C4 Lounge foi o campeão da categoria Sedãs Médios com 40 pontos

 


8 / 11

Citroën Aircross

O Aircross venceu a categoria Minivan Compacta obtendo um índice de 31 pontos

 


9 / 11

Volkswagen SpaceFox

Quase em extinção, a categoria de Station Wagon Compacta teve a Volkswagen SpaceFox como grande vencedora: 16 pontos

 


10 / 11

Peugeot 2008

O Peugeot 2008 superou vários rivais na categoria de Utilitário Esportivo com índice 31

 


11 / 11

Suzuki Jimny

O Suzuki Jimny levou a melhor na categoria de Utilitário Esportivo Off-Road com índice 31

 


1 / 11

Volkswagen Up!

A edição 2018 do Ranking Car Group (do CESVI Brasil) teve domínio da Volkswagen, vencedora de sete das 11 categorias; o melhor hatch compacto foi o Up! com índice 10 — quanto menor a nota, mais fácil e menor é o custo de reparabilidade do veículo.

 

Fonte: Uol Carros

Com balanço no azul, Peugeot quer agora crescer no Brasil

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Jean Philippe Imparato, presidente mundial da marca, diz que há potencial de chegar a 3% de participação no médio prazo

 

Depois de um longo período de ajustes, a Peugeot enfim desenha uma estratégia de expansão das vendas no Brasil. O objetivo de ampliar a participação de mercado parece um tanto óbvio para uma fabricante de carros. A marca francesa, no entanto, foi uma exceção a esta regra nos últimos anos. Enquanto o mercado brasileiro de veículos mergulhava na pior retração da sua história, a empresa concentrou esforços em um só objetivo: recuperar a lucratividade na América latina. “Esta é uma condição para a nossa atuação em qualquer região. Agora o nosso balanço é positivo aqui”, diz Jean-Philippe Imparato, presidente mundial da Peugeot que aproveitou a sua visita anual ao Brasil para conversar com a imprensa – assim como fez em 2017.

Segundo o executivo, a atuação regional da marca tem quatro eixos centrais. A prioridade é manter a qualidade de produtos e serviços em primeiro lugar, centrados no cliente. A segunda regra de ouro é “nunca perder dinheiro”, conta o executivo. Em seguida aparece o mandamento de manter estoques controlados nas revendas, em até 39 dias, com uma relação saudável com a rede de distribuição. “Nunca empurramos carros para o concessionário e jamais investimos em práticas tóxicas para ganhar market share, como emplacar carros que não foram vendidos”, conta. A busca por melhorar a participação de mercado só aparece em último lugar na estratégia local da empresa. A ideia é não conquistar espaço a qualquer custo.

“O dia em que metade das nossas vendas for destinada a locadoras, não ao cliente final, será o começo do nosso fim”, diz Imparato.

Depois de passar os últimos anos concentrada em organizar a casa e adequar a operação aos três primeiros pilares da estratégia, a empresa enfim se volta a ampliar a participação de mercado de forma saudável e sustentável, como reforça o presidente da companhia.

 

HORA DE CRESCER

 

Com as regras na mesa, a Peugeot quer voltar a crescer no Brasil em 2019. O país é um dos cinco mercados prioritários da empresa no mundo por seu potencial de longo prazo, segundo Imparato. De janeiro a outubro deste ano os negócios da montadora encolheram 6,5% na comparação com período equivalente de 2017, para 20,2 mil veículos. A meta é ampliar os volumes em 50% em 2019, com avanço superior aos 10% que a empresa prevê para o mercado brasileiro. Apesar do crescimento expressivo, a participação de mercado continuará tímida, saindo dos atuais 1% para 1,3%.

“No médio prazo, podemos alcançar 3% de market share sem precisar lançar mão de práticas de mercado tóxicas para a lucratividade. Prefiro uma participação menor jogando limpo do que chegar a 5%, mas precisar comprometer as margens”, diz Imparato.

A expansão da empresa vai se sustentar na estratégia de ter uma gama de produtos de valor elevado, com posicionamento premium entre as marcas de alto volume. A companhia aposta, principalmente, em dois segmentos. O primeiro é o de utilitários esportivos, em que a empresa compete atualmente com o 2008, o 3008 e o 5008. A marca não detalha o plano de lançamentos, mas certamente contará com novidades para sustentar a expansão programada para 2019.

O outro segmento que recebe grande atenção da Peugeot é o de veículos utilitários para uso profissional, em que já conta com os modelos Expert, Partner e Boxer, todos com fila de espera. “Estamos aumentando a capacidade do nosso fornecedor no Uruguai, que monta os veículos desta linha de produtos para vender no Brasil”, conta Ana Theresa Borsari, diretora-geral da Peugeot, da Citroën e da DS para o Brasil. Segundo ela, os modelos são um sucesso global. “Quando vocês oferece algo funcional e moderno as pessoas compram. No mercado de veículos profissionais a demanda é por ter baixo custo de operação, algo que nós conseguimos oferecer”, diz.

 

EM BUSCA DE UM MODELO DE NEGÓCIO QUE GARANTA RESILIÊNCIA

 

Nos últimos quatro anos, sob a liderança de Ana Theresa, a Peugeot reestruturou sua rede de concessionárias antes de buscar expansão das vendas. “Hoje a maioria dos nossos representantes são novos grupos”, diz. Em paralelo, a empresa se engajou na reconstrução da imagem da montadora para os clientes ao implementar o programa Renova Peugeot, em que as revendas se comprometem a recomprar o usado do cliente de volta por valor competitivo. A companhia também trabalhou fortemente para elevar a satisfação com a marca e garante ter alcançado níveis elevados.

As ações são as apostas para deixar para trás de vez os erros do passado que construíram a reputação local de revenda difícil dos modelos Peugeot e de manutenção a preços muito elevados no Brasil. “É a nossa maneira de proteger a marca para construir o futuro daqui para frente”, resume Imparato. O executivo franco-italiano diz que América Latina é um mercado que demanda extrema resiliência e flexibilidade.

“Aqui aprendi que não posso me surpreender com nada. Me impressiono sempre com a capacidade brasileira de seguir em frente, de tocar novos projetos em condições adversas. Na Europa, com metade dos problemas que vocês enfrentam aqui as pessoas estariam deprimidas”, brinca o executivo.

Ele espera que, depois de ajustar a casa e traçar a estratégia de crescimento, a Peugeot alcance crescimento sustentável localmente. “Construímos uma estratégia que esperamos que garanta lucratividade à empresa mesmo se o câmbio disparar e o dólar chegar a R$ 5. Queremos fugir do anda e para”, conta. A meta, afinal, é deixar a companhia pronta para superar bem os vales impostos pelas crises porque, se há algo inevitável, é que elas vão acontecer.

 

Fonte: Automotive Business

Esportivados

Avaliação: Peugeot 3008 – Feito para o asfalto

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Equipamentos eletrônicos de segurança incrementam a versão mais sofisticada do Peugeot 3008. Motor 1.6 turbo e câmbio automático de seis marchas empurram bem 1,5 tonelada

Por Paulo Eduardo

O bem-estar ao volante do Peugeot 3008 aumenta com os equipamentos de segurança da versão Griffe Pack que inclui frenagem automática de emergência e alerta de colisão; correção e alerta de permanência em faixa; alerta de atenção do condutor depois de conduzir por mais de duas horas; comutação automática de farol alto para o baixo; leitor de placas de velocidade; controlador de velocidade com sistema de parada; alerta de ponto cego e ajuda em manobras.

Auxílio a condução

 
Um radar no parachoque dianteiro e uma câmera no alto do parabrisa fazem o carro parar em caso de colisão iminente contra outro carro ou pedestre. A reação motorista é antecipada se houver demora. Motorista sente no volante a correção das saídas da faixa seguida de alerta. Pode-se controlar a velocidade em relação ao carro da frente até a parada completa, se for o caso. Este pacote aumenta o valor da versão Griffe Pack em R$ 6 mil em relação à Griffe. O preço sugerido da Griffe Pack é de R$ 166.990.

Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

 

Segurança

 
Além desses novos itens, Peugeot 3008 traz também seis airbags, controles de tração e estabilidade, além dos muitos equipamentos de conforto e conveniência. Se a impressão externa arrebata olhares pelos recortes equilibrados na dianteira, segue na lateral limpa e termina na traseira convencional, o melhor é abrir a porta e se acomodar muito bem nos bancos dianteiros forrados em couro legítimo. Inconveniente é não permitir transpiração. Esses têm regulagens diversas, incluindo a lombar, e massageador. O conforto não está restrito ao motorista. A marca do leão lembrou-se do passageiro.

Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

 

Quadro de instrumentos

 
O jeitão futurista continua com o volante pequeno achatado nas bases superior e inferior, quadro de instrumentos digital de 12,3 polegadas. O quadro é visualizado acima do volante. No grande console central, há uma profusão de comandos para diversas funções. Parece confuso, mas é fácil de acostumar e lidar. A tela multimídia se destaca na parte superior do painel. Material emborrachado indica o zelo com acabamento. Há pequenas imperfeições de alguns encaixes. Completa a ambientação interior, os LEDs na cor azul nas portas, console e teto solar.

Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

 

Banco traseiro

 
No banco traseiro, há saída de ar condicionado e espaço para três. Entrar e sair não requer contorcionismo nem na frente nem atrás. Assentos traseiros curtos não apoiam devidamente as pernas e contrastam os dianteiros que têm prolongador de assento. Porta-malas enorme forma plataforma alinhada com os bancos traseiros rebatíveis, quando necessário.

Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

 

Andando

 
Em movimento, apesar de ser um SUV de mais de 1,5 tonelada de peso, Peugeot 3008 mostra-se dócil ao volante com boa calibragem da direção variável, leve em baixa e com boa sensibilidade em alta. Revestimento em couro liso do volante provoca deslize acidental. Desempenho supera expectativas, atingindo 100 km/h em cerca de 9 segundos e velocidade máxima acima de 200 km/h. Marchas podem ser trocadas manualmente e há opção esportiva. Porém, um SUV com mais de 22 centímetros de altura requer prudência nas curvas apesar de toda eletrônica de segurança disponível. Computador de bordo registrou consumo de 9 km/l na cidade e 11 km/l na estrada.

Freios são eficientes e faróis de LED iluminam muito bem, aumentando a segurança. O ângulo de ataque limitado (20 graus) e a tração apenas dianteira desaconselham aventuras fora do asfalto. Suspensão confortável. Mas nas imperfeições e remendos do asfalto, as rodas enormes aro 19 e pneus largos sobem e caem bruscamente provocando desconforto.

Por toda tecnologia e agradável bem-estar, o 3008 é muito mais prazer e os pequenos incômodos passam quase despercebidos.

 

Ficha técnica Peugeot 3008

 
Motor
De quatro cilindros em linha, 1.598 cm³ de cilindrada, 16 válvulas, gasolina, de 165 cv de potência máxima a 6.000 rpm e torque máximo de 24,5 kgfm a 2.000 rpm

Transmissão
Tração dianteira e câmbio automático de seis marchas

Direção
Tipo pinhão e cremalheira com assistência elétrica; diâmetro de giro, 11 metros

Freios
Disco ventilado na dianteira; sólido na traseira; ESP (controle de estabilidade), TC (controle de tração) e HSA (assistente de partida em rampa)

Suspensão
Dianteira, independente, do tipo McPherson, barra estabilizadora; traseira, eixo de torção, barra estabilizadora; altura do solo, 22,6 centímetros

Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

 

Rodas/pneus
7,5×19” de liga leve /235/50R19

Peso
1.567 kg

Carga útil (passageiros+ bagagem)
Não divulgado

Dimensões (metro)
Comprimento, 4,447; largura, 1,906; altura, 1,625; distância entre-eixos, 2,675

Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

 

Capacidades (litro)
Porta-malas, 520; tanque, 53; ângulos de ataque/saída (graus), 20/29

Desempenho
Velocidade máxima, 206 km/h; aceleração até 100 km/h, 8,9 segundos

Consumo (km/l)
Urbano, 9,4; estrada, 9,6

 

 

Fonte: Auto Segredos